Me atirei do térreo com esse livro

ImagemSe não fosse o ‘senhores clientes, dentro de dez minutos a Livraria está fechando’, eu teria terminado o livro que comecei hoje na Livraria Cultura. Estava lá até agora. O livro: Todo dia me atiro do térreo, de Lula Falcão. Escrita muito ágil e gostosa, indico para os tuiteiros (nem se corrige mais, virou verbo) de plantão. A personagem Maria Lúcia conta seu dia-dia inciando sempre com um ‘@’, símbolo típico da rede social lembrada. Quero, antes de tudo, agradecer ao Pedro Herz pela poltrona tão confortável e pelo espaço ter me proporcionado uma leitura tão instigante… Gostei do livro, mas não o compraria nunca. Receberia, por educação, como presente. É o seguinte, ele é gostoso de ser lido, mas muito vazio. É daqueles que servem para, só lembrando uma crítica de Drummond (vi o nome do poeta mineiro escrito neste livro do Lula Falcão errado: ‘Drumonnd’), preencher espaços vazios nas estantes. Para não pensarem que a minha crítica é altamente leviana, pelo motivo de eu não ter terminado, digo que ficaram faltando apenas dois capítulos. Não vai dizer que tudo ia melhorar a partir daí, hein Lula? É, realmente, me atirei do térreo.

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