Um terremoto na cidade sem ponte

como uma pessoa que escreve, conto e invento tudo. não escrevi para você ler. foi uma catarse (desabafo). não foi uma indireta. seria pior, muito pior mesmo, se fosse. daria fôlego ao vulgar que tenho depositando na minha incipiente loucura. optei pelo inverso. falo, meu lindo, de uma forma poética fatos diversos que acontecem no meu dia-dia. é uma maneira de se despir. é o mesmo que tirar toda a roupa e por o pijama para ir dormir bem. botar no travesseiro ralo a cabeça sabendo consciente do que é tendo em campo de visão os inimigos que o rodeia. infelizmente, ou até mesmo felizmente, você faz parte da minha vida. amo sua existência. fico pensando seriamente se você não existisse. o texto (http://wp.me/p2xiAI-7X), tão revoltoso e tenso, não sairia se você não existisse. teria que inventar, fazer ficção, apesar que isso pra mim não seria problema. indireta é outra coisa. vou voltar a escrever outros textos sobre você. vou ser o psicólogo que seu pai paga em vão. to colecionando detalhes teus para fazer uma sopa de letras: um livro. és um personagem complexo, pelo menos já é criado. tua falsidade é coisa pra ser narrada em cenas e divididas por capítulo. pelo menos é o o que me falam e nessas horas, my dear, fico só ouvidos. tua história em âmbito escolar daria para fazer um livro de mais de 500 páginas. eu leria (escreveria), claro. leio (escrevo) tudo. até o que não quero. deverias ter agradecido por ter sido pauta no meu tão ocupado tempo de escritor. passar bem, alex.

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