Feliz por não estar com HIV

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ontem matei minha curiosidade a respeito de minha saúde: fiz um teste rápido de HIV e sífilis. uma única furadinha (pena que no dedo) e em quinze minutos o resultado. estava com alguns amigos na hora e posso dizer que fiquei muito fechado até saber se estava ou não condenado. alguns do grupo arriando e brincando que, se eu estivesse com a tia, correriam logo atrás de minha aposentadoria e eu, com meu benefício, poderia ter qualquer GP que desejasse. outros disseram que eu deveria espalhar e passar pra todo mundo, sem pena. certo, teria muitas opções para o que fazer com o dinheiro e com o vírus, mas a verdade mesmo era que eu não saberia ao certo o que fazer. no mínimo enlouqueceria e entrava pra sempre de férias, me guardava num recesso sem fim ou me esconderia naquele ovo que gaga criou para se encontrar. já quase fora de mim, estava vendo no panfleto um monte de pinto doente quando ouvi meu nome no meio da algazarra. quase não querendo saber entrei novamente e com a psicóloga fui ver o que deu. ela blefando e eu bem calmo externamente e por dentro quase parando. ela, tão simpática, não parava de falar, mas depois de perguntar se eu tinha parceiro fixo, ela falou João, joão, você não teve a falta de sorte de outros que já passaram hoje por aqui, veja: HIV e sífilis ambos não reagentes.  ufa! não reagente e a promessa, doutora, de chupar e dar até o fim dos meus orgíacos dias com camisinha. chupar e pular num látex pode? se for pra pular um pouquinho mais: sim. não por ela, mas por mim, prometi sim. o medo pelo resultado se deu por ter feito umas três vezes desprotegido, mas não digo que foi por desconfiança dos carinhas que eu fiz (até porque seria preconceito) e qualquer um pode ter a falta de sorte de contrair com qualquer que seja. então, para provar para alguns amig@s que relacionavam a minha magreza à doença (preconceito) vai o laudo do resultado extraído do sangue que em mim com força circula. resultado assim só me faz querer viver com mais ambição, porque viver é igual a dar o cu: dói, mas é bom. ô!

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