Oficina com Marcelino Freire

Comecei ontem uma oficina de narrativas breves, no Sesc Santa Rita, ministrada pelo escritor Marcelino Freire.  Estou gostando muito, principalmente por conhecer de perto o Marcelino. Mas não para por aí… Esse homem, além de muito engraçado, tem muito a ensinar. Ele aproveita todo tipo de informação e acontecimento na oficina para escrever microcontos rápidos. Por exemplo, um senhor participante da oficina, Geraldo, estava com o celular dele tocando, aí ele disse que não sabia colocar no silêncio. Marcelino sorriu e afirmou que aquilo já era literatura, pura. Virou: “MOTEL – não sei colocar no silêncio.” Risos e mais risos, mas é claro que ninguém consegue ficar de cara fechada vendo-o. Eu juro que me perco.

A oficina continua até sexta e estou me esforçando para ir dormir mais cedo para chegar na hora devida. O mais cedo pra mim é 1h do dia seguinte. Marcelino falou hoje, quarta, segundo dia da oficina, que ele acorda depois das 10h e queria ser que nem o Caetano Veloso para aparecer em encontros marcados somente depois das 17:00h. Pelo menos não estou sozinho nessa de acordar e dormir tarde. Tenho insônia e não consigo fazer o que minha tia ordena sempre nas horas de vício constante no Facebook ou lendo livros: vá rebolar na cama que você dorme. Acho difícil. Mas hoje vou tentar dormir um pouquinho mais cedo, juro.

Vou fazer outro post, pois não tenho a engenhosidade de um cronista para falar de vários assuntos numa só crônica. Falar de outras coisas, como, por exemplo, da disenteria (caganeira)  que eu tive semana passada.

JOÃO GOMES
11.07.12
(16:24h)

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